Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


03
Dez 17

E que dezembro seja bem-vindo! O mês do frio já se sente, o espírito natalício acontece, lembra-se a família, preparam-se as festas e os doces, pratica-se a solidariedade e, por cantos e esquinas, a publicidade entranha-se num irresistível apelo ao consumismo que invade e mal se controla. Mas o melhor deste dezembro serão, certamente, os momentos de chuva que se espera que aconteçam. Sim, daquela chuva por que tanto se clama, que a seca está tão presente que o melhor "presente" para a minorar seria um dezembro chuvoso, mas sensatamente generoso. É preciso sacudir a seca que assola, e a chuva será, pois, mais que um presente tão desejado. Será uma benção. Espera-se que chegue com conta, peso e medida. O verão e os primeiros tempos do outono foram abundantes em acontecimentos e a quota de dor e sofrimento por que tanta gente passou, já tranbordou. Dispensam-se chuvadas que tranbordem e façam outra tanta gente viver momentos de aflição.

Que dezembro venha, pois, por bem e para contento de todos.  

publicado por momento do café às 17:55
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14
Fev 16

Os dias passam e o calendário cumpre-se vertiginosamente. Correm! Mal acabaram de passar o Natal, as festas, os doces, os presentes, o início de um novo ano e, em escasso mês e meio, o Carnaval chegou, esgotou-se e partiu encharcado. S. Valentim veio e vai embora em dia de temporal. É tempo de inverno alagadiço que cinzenta a alma e inunda o corpo agarrado à sucessão dos dias aborrecidamente cinzentos e tristes. É um inverno chuvoso que transborda, destrói e arrasta qualquer boa disposição que ainda resta para encarar as condições metereológicas adversas que se fazem sentir. São dias e dias de chuva que apetece dizer: Basta! Dias de sol precisam-se! Mas os simples mortais não têm poder para exigir uns poucos dias de sol!

publicado por momento do café às 18:03

01
Mar 15

Março chega sob o manto cinzentão que acompanha esta chuva miudinha que encobre o sol, que nos molha os ossos e nos encharca de tristeza. O inverno rigoroso faz-se presente neste primeiro dia de Março, impõe-se ao brilho do sol e, numa luta desigual, o seu tom acinzeirado vence. Um dia de inverno que nos remete para os braços da preguiça saboreada, comodamente, no sofá...

publicado por momento do café às 11:23
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18
Fev 15

Buscam-se, em vão, o pensamento e a palavra. E nada! Num ápice, o "nada" conquista a mente e, sem pedir meças, instala-se, nega-lhe o pensamento e trava-lhe a palavra. Um flash rápido e uma momentânea cegueira mental deixa, à mercê do nada, o pensamento sequestrado, inibido de fluir e subjugado à palavra que se torna reprimida. O pensamento torna-se inábil para provocar ou seduzir a palavra silenciada. Um ínfimo instante, e o pensamento e a palavra perdem-se no vazio mental gerado pelo nada e, de imediato, se pressente a dissonância e a negação que podem acontecer. Sem complacência, o nada deixa o pensamento ao sabor da palavra embargada que o pode falsear ou, de todo, torná-lo improcedente pela incapacidade de o traduzir. Um brevíssimo apagão mental, o nada pode tramar as evidências entre o pensamento e a palavra. É exigida a ação imediata e intensa, um rápido fôlego que contrarie ou evite a acomodação do nada, que reponha a dualidade intrínseca, pensamento e palavra, que nos torna conscientes da nossa sanidade mental, das nossas referências, do nosso antes e do nosso presente, e que nos lança, até, no que possamos antecipar do nosso depois...

publicado por momento do café às 22:36

04
Fev 14

Fevereiro, que fez uma boa receção do testemunho acinzeirado e sombrio que janeiro lhe passou, prossegue encharcadamente chuvoso e frio, exposto à ventania agreste que sopra sem dó, veste o ar plúmbeo que amedronta o sol que se mantém escondido, apesar de desejados o seu calor e o seu brilho, nestes dias de invernia. Fevereiro, tão pequeno, mas enormemente aborrecido!

 

publicado por momento do café às 21:50
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10
Jan 14

Janeiro tem os desígnios do inverno que ocupa e se apodera do tempo e do espaço no calendário das estações para, desapiedadamente, impor os seus “obscuros” predicados, o nevoeiro e o frio ou a chuva intensa e vento agressivo que tornam os dias tão sombrios. Janeiro, que inicia um novo ano, também traz laivos de mudança e hoje relança o tão esperado feixe luminoso que vem lenificar o estado de tristeza que fomos amontoando nos dias cinzentões por que passámos. Certamente, esses dias voltarão porque o inverno é que mais ordena. Mas, em janeiro, um dia de sol sabe tão bem, aquece o corpo e ilumina alma.  E faz-se uma pausa para o momento do café. 

publicado por momento do café às 17:33
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25
Jan 13

Janeiro chuvoso e encinzeirado. Noites longas. Insónias ao ritmo da chuva e do vento que estremecem a natureza. É inverno.

publicado por momento do café às 18:57
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Boa Nova: Farol e mar

Do terraço vejo o mar...

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