Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


04
Mai 15

Neste país, em que alguém já sugeriu que se deveria suspender a democracia, já nada me causaria admiração... enfim! Era véspera de mais um 25 de Abril e eu nem queria acreditar na notícia que acabava de ouvir. A raiva tomava conta de mim! Uma proposta de Lei com diretrizes inacreditáveis "sacudia" a comunicação social e como cidadã  não podia aceitar que a dita proposta viesse a passar no nosso sistema democrático e parlamentar. Nela, cozinhava-se a exigência de um plano prévio e detalhado sobre a cobertura das campanhas eleitorais que os diferentes órgãos de comunicação social teriam de entregar a uma comissão mista (CNE e ERC) para apreciação e, se não o fizessem, ficariam sujeitos a pesada sanção. Só me apeteceu perguntar o que pretendiam os seus autores com a limitação à liberdade de informação que nos acompanha há 41 anos? Desejavam um novo controlo jornalístico e que a isenção, que deve acompanhar a liberdade de informar, ficasse adormecida?  Receei pelo aparecimento do lápis azul na mão de quem se prestaria a tal ação de analisar os ditos planos. E, tendo seguido o desenvolvimento da notícia, concluí que a tal proposta, afinal, nascera de geração espontânea, pois nenhum dos 3 maiores partidos políticos assumiu a sua autoria e, segundo afirmaram, não passava de um documento de trabalho. Assim, a verdadeira paternidade continua incógnita, mesmo depois do aborto forçado pelas ondas de choque e pelas reações de indignação que provocou na comunicação social. Gostei da força dos media ao denunciar e recusar veemente o condicionalismo que denotava tiques de censura, a tal que ficara enterrada, lá trás, há 41 anos. Ressuscitá-la, sim, seria anacrónico.

 

publicado por momento do café às 17:30

27
Set 13

No domingo, "chovam raios e coriscos", vou cumprir o meu dever cívico. Não quero, nem deixo, que os outros decidam por mim. Sei quem quero escolher para o concelho e para a freguesia onde resido, trabalhei e onde cresceram os meus filhos. Sei quem não quero a mandar no destino dos munícipes, nem da freguesia onde vivo. Também não dou qualquer oportunidade à abstenção. A participação cívica, a democracia e o direito ao voto exigem que eu cumpra o meu dever de cidadã. Domingo, vou votar. Faça o mesmo! 

publicado por momento do café às 11:13

25
Set 13

É outono. A Troika por cá, 8ª e 9ª avaliações a decorrerem e a azáfama da campanha eleitoral toma conta do quotidiano. Os candidatos aos órgãos autárquicos, quer apoiados pelos partidos políticos, quer constituindo grupos de cidadãos independentes, num jogo de apelo ao voto, desdobram-se por inúmeras atividades comunicacionais (arruadas, feiras, festas, etc.) para captar o povo. A música, vira o disco e toca o mesmo, não falta a acompanhar toda campanha eleitoral. Outdoors, pendentes, bandeiras, faixas enxameiam ruas, praças, jardins, rotundas... e, a quem passa nos locais mais movimentados, distribuem-se os prospetos informativos dos candidatos.

publicado por momento do café às 09:28

12
Out 12

Afinal não temos um governo. Temos um "pelotão de fuzilamento" da classe média. Quando esta estiver completamente espremida através destas medidas austeras e desconcertantes que lhe impõem  uma enorme carga fiscal e, já moribunda, não puder contribuir para este Estado sanguessuga, a quem é que irão recorrer os que nos governam? Que contas vão fazer? De ditadores de medidas de austeridade passamos a ter ditadores do empobrecimento de quem, com o seu trabalho, contribui com os seus impostos para o financiamento e economia de Portugal. Os governantes, democraticamente eleitos, não respeitam a dignidade, nem os sacrifícios da classe social que sustenta o país e aguenta todos os desvios orçamentais que por aí acontecem !!! 

publicado por momento do café às 10:43

02
Out 12

Fala-se. Ouve-se. Vê-se. Sente-se. Crise! Impiedosa. Prende o sonho. Amarra a esperança. O estrebucho. O grito. O desespero. Quem acode? Cenário de crise, silêncio de atores políticos. Cegueira, surdez. Crise de ideias e de sabedoria. Crise de inspiração. No guião, a arte da austeridade. Imposta. Visível e sentida. Sofrida. Coerente na abundância. Em cena, meros figurantes políticos. Fazedores de política sem respostas assertivas. Avanços e recuos. A marcação da ignorância. E da omnipresença da incompetência. Assustador. Cada vez mais.

publicado por momento do café às 19:06

18
Out 11

A fazer fé nesta notícia, os cidadãos portugueses não podem pactuar com  IMORALIDADE e INJUSTIÇA!!!!

O meu estado de alma é de INDIGNAÇÃO!!!

publicado por momento do café às 12:08

25
Abr 11

"25 de Abril de 1974 e o sonho concretizava-se para quem tinha consciência política e perceção do que se passava no país. Até então, residira o medo de emitir opinião diversa do poder instituído. O único direito era calar e vergar ao poder que se impunha e para o qual era exigido um dever incontestável. Não havia direito à subversão. Mas o mundo não se confinava àquele país que coartava o direito à liberdade de expressão, à escolha e ao voto livre nas urnas. Havia, em surdina, o direito ao livre pensamento, à consciencialização e à esperança. E para quem era jovem, fazia todo o sentido agarrar aquela liberdade que era oferecida e com que sonhara..."

 

publicado por momento do café às 16:35

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