Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


13
Out 10

Sob os desmandos que a incompetência económico-financeira gerou, uma nuvem cinzenta e pesada permanece sobre o presente e o futuro deste país a oeste da Ibéria e à beira-mar plantado. Entretanto, o estridular de quem o governa e o zoar do maior grupo da oposição não passam despercebidos a todos os portugueses que reprimem a raiva e procuram aguentar a luta contra a canga de austeridade que se abateu sobre eles. Olhando este país que definha, o povo interroga-se sobre a votação do Orçamento  do Estado que o governo apresentará e qual será o sentido de voto do PSD: Votar contra ou abster-se: eis a questão!

publicado por momento do café às 11:56

09
Set 09

O debate político entre José Sócrates e Francisco Louçã foi um confronto em que ficou evidente que o BE, quanto a propostas de soluções programáticas para a governação, apresenta-se muito frágil porque continua a revelar-se mais um partido de protesto e menos um partido com efectivas medidas políticas de Estado e governabilidade. Nas questões sensíveis da nossa política económica e fiscal, o líder do BE avançou  com casos, empresas, nomes  (até terá razão?!), mas as suas propostas, nestas áreas, mostram-se devastadoras para a classe média. Parece que o BE parou no tempo e vêm-me à memória, os primeiros anos da democracia, aqueles anos do após o 25 de Abril, tempos da propaganda das nacionalizações e da reivindicação proletária que foram insistentemente marteladas e tão nefastas se revelaram que, ainda hoje, a economia do país ressente os seus efeitos. Afinal, apoderando-me, por instantes,  da visão bloquista, posso concluir que as medidas de política económica e fiscal do governo de José Sócrates até nem conseguiram tratar assim tão mal e acabar com a classe média, aquela que aguenta todas as crises e mais uma, porque o BE ao propor, em termos de IRS, o fim da dedução dos benefícios fiscais, quer guardar para si, a machadada final e não sei se ela, a classe média, que parece ter entrado em estado de contínuo definhamento, não passará à diluição final. O BE deixa transparecer que não quer ricos, nem remediados, nem investidores privados, nem gestores competentes na actividade privada, mas sobreviventes de uma política igualitária e subsidiária. Bizarro,  pensar assim,  num país da União Europeia. Para os resistentes da classe média, já não vão restar “as armadilhas, os benefícios, as esquinas” da política fiscal e que Francisco Louçã vislumbrou algures. A classe média tem de virar uma classe de Chicos Espertos para continuar a resistir aos desaforos e às desconsiderações dos políticos e governantes que, despudoradamente, continuarão a contar com os seus sacrifícios. Haja paciência para tanta ignorância, mesquinhez e muita resistência para os aturar.

publicado por momento do café às 15:31

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