Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


03
Abr 18

Completam-se 9 anos do "momento do café". Menos presente por aqui, é certo, mas permanece o gosto de escrever que não dispensa o sabor e o aroma do café.

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publicado por momento do café às 13:28
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09
Fev 18

Sim, perde-se o hábito de escrever ou postar "qualquer coisa", o arranque torna-se difícil e, enquanto o protelar das ações tomam conta de nós e as reações tardam, há tanto a acontecer, histórias a contar, factos a conhecer, obstáculos a remover, surpresas a enfrentar,  umas simpáticas, outras devastadoras, que  nos empurram para a teia do caos quotidiano, que provocam emoção e raiva, lágrimas e riso, crítica e indiferença, desistência e desafio, confronto e decisão, e, por fim, existe um tudo e um nada diários que vão servindo para preencher o tempo que corre voando ao sabor da inércia que nos tolhe e da preguiça que nos embrulha e que nos tornam meros atores fora de cena ou observadores alheios à inexorável sucessão dos dias... 

publicado por momento do café às 23:10
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30
Dez 16

2016 está quase a partir. Foi intenso na alegria e na dor. Tal qual a geringonça que cronologicamente o percorreu e que se presumia instável e a prazo, ora bamboleoando-se mais para a esquerda, ora mais para o centro-esquerda, 2016 lá se foi aguentando também. Uns dias mais a contento, outros mais para esquecer. Foi um ano em que tudo pôde acontecer, quer para o bem quer para o mal. Foi rico em acontecimentos que perdurarão na memória das gentes. Não será recordado como mais um ano que foi cumprido mas, sim, repleto de memórias registadas para a História da Humanidade, desde o brutal terramoto em Itália ao terror dos atentados (Bruxelas, Nice, Istambul, Berlim); do cheiro a medo, sangue e morte em Alepo ao drama dos refugiados que atravessam o mar em busca da Paz e com esperança em melhores dias. Em 2016, o Homem continuou a ser o ator cruel e o observador condoído nos dias mais negros do ano. Como esquecer? Também outros acontecimentos não podem ficar esquecidos porque, de forma imprevista, a Morte levou gente da música, do cinema, da televisão, do teatro, da ciência, do desporto, da política. Saudade e tristeza. Vidas que partiram e deixaram um memorável legado à Humanidade. Por fim, resta recordar, no rol dos acontecimentos de 2016, que Portugal foi Campeão Europeu! 

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publicado por momento do café às 23:18

14
Out 15

Costa é um "desmancha" vitórias dos outros. Costa não gosta de vitórias pouco expressivas e, tal como já se viu nas eleições que A. Seguro disputou e ganhou, procura o protagonismo, estraga a festa! Costa sofreu uma derrota nas Legislativas e, contudo, ei-lo a acenar à esquerda com a bandeira do entendimento para a formação de um provável governo. A jogada à esquerda, sem que perca o contacto com a coligação de direita, coloca Costa na posição de charneira. Neste impasse de vaivém, enquanto tem conversas que diz inconclusivas com a direita, colhe convergência e cedências da esquerda. Resta saber para que lado Costa vai bater com a porta e a quem a vai abrir para a governação do país. Após as eleições, Costa é quem mais ordena... E o que fará o Presidente da República?

E, neste dia de outono ensolarado e mar tranquilo, enquanto o barco à vela navega, Portugal, mergulhado nas vagas de indefinição, ao sabor dos ventos imprevisíveis que sopram dos quadrantes políticos à esquerda e à direita e legitimados pelo voto livre dos seus cidadãos, fica à espera do rumo que Costa, feito timoneiro, parece querer traçar para a sua governabilidade.

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publicado por momento do café às 17:00

13
Jan 15

Quando o mundo se uniu para mostrar, sem medos, toda indignação e o repúdio pelo terror por que passou o coração de França e que tantas vidas ceifou, quando uma multidão de diferentes credos, raças, culturas, línguas, nacionalidades se juntou em solidariedade pela perda de vidas e gritou “je suis Charlie” porque a liberdade de expressão foi ferida de morte num país democrático, que conclusões se podem tirar da forma ligeira e indiferente como a comunidade política internacional, que também marcou presença e marchou em Paris no passado domingo, olha os massacres cometidos na Nigéria, em nome de um fanatismo religioso e doentio que não respeita ninguém, nem as crianças que armadilha para as fazerem explodir, tragicamente, em mercados pejados de gente anónima e inocente que perde a vida em resultado de atos desumanos. Tragédias duras, insegurança latente e a ineficácia na atuação contra um grupo terrorista que já sequestrou jovens mulheres, que torturou e que, sem dó nem piedade, não respeita a vida humana e ataca, barbaramente, o povo desprotegido. Até quando? Se na Europa "Je suis Charlie", face à brutalidade cometida num país de África, continente onde nasci, "Je suis Nigéria"!

publicado por momento do café às 15:22

12
Jan 15

Se 7 de janeiro ficou marcado pelo trágico golpe que intentaram contra liberdade de expressão, o dia de ontem ficou desenhado pela força da diversidade globalizada que se uniu para se manifestar contra a violência e reagir ao medo coletivo que não pode instalar-se sob pena de se tornar um aliado daqueles que espalham o terrorismo como uma forma de luta que faça valer o fanatismo a que se entregam. Por um dia, todas as diferenças, a social, a político-ideológica, a religiosa, a cultural, a linguística, a racial, diluídas na solidariedade e na tolerância da incontável multidão que enfileirou a Marcha em Paris, deixaram sobressair os valores que as aproximaram e, em uníssono e em liberdade, comungaram da mesma dor e expressaram o repúdio e a condenação pelos atos sangrentos que foram cometidos em pleno coração de França. 

publicado por momento do café às 17:18

10
Jan 15

Paris viveu três dias de terror. O que se passou na capital francesa foi uma espécie de tsunami que chegou à Europa, que se estendeu aos países que condenam o terrorismo, e inscreveu um marco temporal que estabelece toda a diferença entre o antes e o depois de 7 de janeiro de 2015, não só pela surpresa, a rapidez e  a dimensão do atentado ao Charlie Hebdo, mas também pela resposta conseguida pelo Governo francês e as forças de segurança e, ainda, pela atitude solidária de uma multidão que se juntou numa praça da cidade para repudiar um ato criminoso e, sem medo, encarar um adversário sem rosto, que se escondia, que poderia surpreender com total desrespeito pela vida humana. Por agora, acalmada Paris, sobra tudo o que poderá acontecer para que a História de ”o depois” se faça. Só o futuro lhe dará continuação, sendo certo que nada será como dantes.

publicado por momento do café às 11:50

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Boa Nova: Farol e mar

Do terraço vejo o mar...

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