Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


30
Ago 13

Agosto, que ofereceu dias agradáveis e momentos de ócio, deixa a marca indelével da coragem dos bombeiros e das vidas que se perderam no combate às chamas que desarvoraram por todo o país e que transformaram tanta área de floresta e mato em campos de cinza e desolação. Um combate desigual entre chamas e homens. E, nesta luta tão assustadora e desproporcional, quem ganha é o fogo que não se rende facilmente à valentia e tenacidade dos homens. Impõe cansaço, exaustão e muita coragem a quem o combate. Imponentes e poderosas, as chamas não se compadecem com o sofrimento dos seus adversários na luta, sem tréguas, que os obrigam a travar. Vidas consumidas. Tragédia que ensombra os dias de agosto. Perdas irreparáveis e dolorosas que se lamentam e ficam marcadas na lembrança cinzenta deste agosto.

O meu respeito por tantos Homens e Mulheres que arriscam a vida, que não se intimidam com a força traiçoeira das chamas. Bem hajam!  Paz eterna àqueles que, arriscando a vida, partiram cedo demais. 

publicado por momento do café às 09:43

27
Ago 13

Ando práqui a pensar como são longos os meses que um simples mortal tem de penar para gozar uns merecidos dias de pausa que se consomem num abrir e fechar de olhos. Sem culpa nem remorsos, gosto de mergulhar na pausa retemperante do sentido da renovação do ânimo que a vida exige. Por isso, é bom saborear agosto. Traz o bem-estar de um descanso desejado e o benefício do aconchego à leveza do outro lado da vida, o do lazer, das férias, dos dias tranquilos e agradáveis que, por uns dias, me deixam afastada das “coisas” mais sérias do dia-a-dia. E agosto, porque corre mais livre, espalha a sensação de que nada de importante se passa, ou melhor, que tudo (ou quase tudo) passa ao lado. Tem um senão, confesso. Parece correr depressa demais para a realidade dos meses que sobram para as chatices do quotidiano e o cumprimento dos horários rígidos. Reiniciar o programa das atividades diárias, enfrentar o lado do sentido obrigatório da vida, ao longo de uma nova contagem, de verão a verão, até que o desejado agosto seguinte se faça presente e, com ele, os dias de preguiça, no bom sentido e por direito, claro, não é pera doce. Um curtíssimo ciclo, mais leve, dá lugar a outro, mais duro, mais longo, desgastante, mas necessário. Uma prova de resistência. Depois, como toda gente, habituo-me ao ramerrame. Por enquanto, a sensatez, essa diz-me que não desperdice os poucos dias de agosto que ainda restam. Os sinais do recomeço e a entrega ao trabalho e às rotinas, o lado dos compromissos, por ora, arrumam-se até setembro. Depois, ficará a lembrança de mais um agosto.

publicado por momento do café às 09:35
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20
Ago 13

O fogo que alastra e consome tudo que encontra. O flagelo e um combate sem tréguas. As vidas perdidas e os bens reduzidos a cinzas. A devastação que corre de norte a sul e salta o Atlântico. A desolação toma conta da paisagem. É agosto. Tempo para férias. Tempo para viagens. E as estradas por onde a morte espreita. As vidas ceifadas. São as partidas sem regresso. A leveza de verão carrega tanta dor. E os dias quentes e luminosos são ensombrados pela tristeza. No marasmo de verão, essa dor não passa indiferente. 

publicado por momento do café às 12:14
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17
Ago 13
Cairo, cantavam os Táxi. Veio-me à memória nestes dias sangrentos que se vivem por lá. Um Cairo quente, a ferro e fogo.
 
*Vídeo YouTube
publicado por momento do café às 09:34

15
Ago 13

O massacre no Egito não deixa ninguém indiferente. Um dia sangrento. A violência e o desrespeito pela vida humana. A balada cantada por Dalida, uma balada de  amor, para suavizar as notícias desta violência que se instalou no país que é um marco na História da Civilização Humana.

* Vídeo YouTube

 

publicado por momento do café às 11:51

14
Ago 13

O país a banhos! Eis que somos surpreendidos pela boa-nova: a economia cresce 1,1% (dados do INE). Boas braçadas, bem vigorosas, que estamos a fugir de recessão. Toca a curtir bem o bronze, tomar um tom mais jovial que o verão está aí, o sol veio para ficar e a recessão ensaia uns pequenos passos de saída. 

publicado por momento do café às 11:55

09
Ago 13

Sol, praia, férias! Céu azul, sol escaldante. Piscina e mar. Bons mergulhos e largas braçadas. Momentos de lazer. Pausa retemperante. Leitura, música, cinema. Silly season das futilidades e das despreocupações. Verão calmo e descontraído. Repentinamente salpicado pela polémica onda dos swaps que chega e se espraia. Enrola, embrulha, incomoda. Apanhado pela onda de acusações, verão esbraceja. Dificilmente sairá incólume. A silly season não será como era.

 

publicado por momento do café às 11:09

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Boa Nova: Farol e mar

Do terraço vejo o mar...

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