Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


04
Nov 17

A menos de um mês do Natal e há quanto tempo não escrevo nada, mas não posso imputar a culpa nem justificar esta longa ausência no momento do café com a falta de tempo e o cansaço que sobram da "supervisão" de G+G, modo pilhas longa duração, sempre disponíveis para a exploração e a descoberta, a brincadeira e a malandrice, a alegria e as birras (às vezes) que espalham, a rodos, e muita, muita "asneira" que inventam por todos os cantos da casa. Antes, atribuo-a à existência de uma persistente falha na motivação e que me empurra para a um dolce far niente. E, entre as correrias de G+G pela casa, que muitas vezes acabam em colisão frontal e muito choro, a bolacha que compartilham com a Camila, a cadelinha, o ritual de atirar o prato ao ar depois de tudo comido, a competição de "cavalinho andante" que fazem nas cadeirinhas onde se sentam durante as refeições, tudo pode acontecer. Ufa, que desafio!!

Em momento de pausa, ao fim de longos meses, fica um curto registo para que o 2017 não passe completamente em branco. 

publicado por momento do café às 01:00

30
Dez 16

2016 está quase a partir. Foi intenso na alegria e na dor. Tal qual a geringonça que cronologicamente o percorreu e que se presumia instável e a prazo, ora bamboleoando-se mais para a esquerda, ora mais para o centro-esquerda, 2016 lá se foi aguentando também. Uns dias mais a contento, outros mais para esquecer. Foi um ano em que tudo pôde acontecer, quer para o bem quer para o mal. Foi rico em acontecimentos que perdurarão na memória das gentes. Não será recordado como mais um ano que foi cumprido mas, sim, repleto de memórias registadas para a História da Humanidade, desde o brutal terramoto em Itália ao terror dos atentados (Bruxelas, Nice, Istambul, Berlim); do cheiro a medo, sangue e morte em Alepo ao drama dos refugiados que atravessam o mar em busca da Paz e com esperança em melhores dias. Em 2016, o Homem continuou a ser o ator cruel e o observador condoído nos dias mais negros do ano. Como esquecer? Também outros acontecimentos não podem ficar esquecidos porque, de forma imprevista, a Morte levou gente da música, do cinema, da televisão, do teatro, da ciência, do desporto, da política. Saudade e tristeza. Vidas que partiram e deixaram um memorável legado à Humanidade. Por fim, resta recordar, no rol dos acontecimentos de 2016, que Portugal foi Campeão Europeu! 

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publicado por momento do café às 23:18

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