Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


09
Out 14

Não fui caminhar até à praia. Repouso por recomendação médica. Mas não faltou a imagem do mar, neste dia de outono, ao fim da manhã, apesar do mau tempo que se feito sentir.

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publicado por momento do café às 20:44
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07
Out 14

Lamentos, pedidos desculpas e correções não branqueiam, nem resolvem a situação. E que outra atitude mais, o sr. Ministro vai tomar? Demitir-se? Ou vai demitir mais um membro da sua equipa? É preciso discernimento e a humildade para assumir que não há condições para continuar no cargo e pedir demissão. A Educação é uma área demasiado sensível que não se compadece com medidas que se prolonguem no tempo para corrigirem os sucessivos erros cometidos, mais umas incongruências, como lhes chamou para adoçar toda situação que deles resultaram. O Sr. Ministro diz que tudo estará resolvido ainda esta semana. Promete mais uma nova colocação de professores. Daria para rir se o problema não fosse tão grave. Muito grave. Ainda que uma nova colocação de professores seja feita em tempo record, como se recuperará um mês de aulas, que fica perdido, se a correção dos erros deu azo a outros erros que põem em causa, também, a competência para agilizar um novo processo de colocação de professores e sem falhas? Para além da incerteza e dificuldades que as escolas e toda a comunidade enfrentam quanto à falta de professores, já está destruída a normalidade que deveria ter caraterizado o início do ano letivo em todas as escolas do país. Alunos, professores, pais e encarregados de educação não merecem tudo isto por que as escolas estão a passar.

publicado por momento do café às 17:04

05
Jun 14

Os chumbos do Tribunal Constitucional marcam a dramatização e a hipocrisia do Governo. O Primeiro-ministro afirma que não se pode estar em permanente sobressalto constituicional. Mas quem aprova as medidas que, à partida, não vão passar no crivo do Tribunal Constitucional (TC)? É a maioria parlamentar que sustém o governo. E pasme-se! O drama! Que preocupação com os Funcionários Públicos (FP) porque, face à decisão do TC, em Junho, certamente, não vão poder receber, a tempo, os salários e subsídios de férias. Quanta pena o governo mostra pelos FP! Que hipocrisia! Quando os esbulhava, nunca se preocupou com a diminuição dos rendimentos devido aos cortes e, também, aos retroativos, no caso de acontecerem, e que eram processados de imediato. Quer lá saber se os FP podem contar com os salários e os subsídios de férias, atempadamente, neste mês de junho! Desejava, talvez, que os FP, pelo previsível atraso no processamento de salários e subsídios, ficassem revoltados com o TC. E, como o Governo está tão sensibilizado, a sua ampla base de apoio parlamentar pede a aclaração do acórdão aos juízes do TC e, assim, pode contribuir para o atraso que pode acontecer! O impasse! Mas nós, os portugueses, não podemos viver neste "sobressalto permanente". Qual é o plano B que, afinal, o Governo tem de apresentar à Troika em substituição das normas chumbadas e que outros sacrifícios nos serão pedidos? Acredito que esteja preocupado com o cumprimento da saída limpa que prometeu, com o encerramento da 12ª avaliação que fecha o programa de resgate, com a queda da economia no 1º trimestre deste ano, e há que ter em conta, também, a reação dos mercados financeiros e a análise e notação das agências de rating perante estes chumbos. Estamos metidos numa saia justa, mas não podemos imputar as culpas ao TC, que cumpre a sua função. Contudo, confesso que até me passa pela cabeça que o Governo, embora afirme que não vira a cara aos obstáculos e às adversidades, possa dramatizar que o país está numa situação ingovernável e, por isso, até possa aspirar por eleições antecipadas. Oh, oh! Enquanto o Partido Socialista anda entretido com a história das eleições primárias, até vinham a calhar...

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publicado por momento do café às 09:10
sinto-me: preocupada

21
Mai 14

A campanha eleitoral para as Europeias, mesmo temperada com picardias dispensáveis, principalmente entre a Aliança Portugal e o Partido Socialista, tipo "atira o vírus  para a panela que vai respingar e atacar o outro", está a ser uma coisinha sem sal. Sim, está ser um caldinho tão pobre, tão pouco criativo, desenxabido, despojado de ideias substanciais e de propostas concretas sobre o que, afinal, se pretende  fazer desta Europa dos 27*, desgastada e sem soluções num momento crucial para o seu crescimento e afirmação, quando, no seu seio, a economia desacelera, o desemprego cresce, e se sente que o sonho de uma união coesa vai sendo contaminado por assimetrias cada vez mais profundas que, face às dívidas soberanas por que passam os países do sul,  servem os países mais ricos para esconderem as  suas próprias fragilidades. Pregam uma austeridade que não leva à salvação, mas ao desespero dos países mais pobres. Hoje, só há União Europiea para uns quantos, os que a dominam. Está  em causa todo o prestígio que a cepa de políticos, que a ergueu e a construiu,  conquistou para este "clube" de referência mundial e que foi tomado por outra casta de políticos pouco generosos, que esqueceu os ideais da sua construção. E, em Portugal, os partidos do arco da governação, uns mais responsáveis e outros mais mais engajados em toda a operação de resgaste por que passámos, deveriam fazer uma campanha mais consentânea com a realidade europeia que nos espera. Saturados, nada sabemos e o que esperar desta Europa, caduca, sem vitalidade, a que pertencemos. E os candidatos ao Parlamento europeu nada nos dizem, nada esclarecem. Merecíamos mais respeito. Não merecíamos uma campanha tão insossa. Depois, sim, não se admirem com a nossa descrença nos políticos.

*Corrijo para "(...) desta Europa dos 28 (...)".

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publicado por momento do café às 13:04

29
Abr 14

 

publicado por momento do café às 11:38
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01
Abr 14

Palavras soltas, atiradas, descontextualizadas, atropeladas, cruzadas… freneticamente amontoadas. Palavras sem jeito, a eito perdidas, entrelaçadas, confundidas, desconcertadas, sagazmente baralhadas! Palavras enxadrezadas, escondidas, misturadas, entorpecidas, em larga mescla indecifrada! Que a amálgama complicada! Palavra, aqui e ali, apanhada, deduzida, encontrada, que salta para a frase cozinhada com sentido e terminada em sopa de palavras adjetivadas!

publicado por momento do café às 10:13
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11
Mar 14

Faço o meu momento do café em dia de sol com sabor a primavera. No café, através da vidraça, enquanto saboreio o meu "café", olho o constante vaivém de carros na rua e o movimento dos transeuntes que caminham nos passeios que a ladeiam. Uma correria. Cruzam-se.  Mal se olham. Desviam-se. Seguem alheados. Taciturnos e solitários na multidão. Vão entregues aos pensamentos e, como não há forma de os adivinhar, o jeito é pôr-me aqui a conjeturar. Uns apressam-se, quem sabe, sob o peso das preocupações como se pretendessem fugir e escapar-lhes, antes que a esse fardo desequilibre a indignação que os sustém e os prende à rotina diária, com tudo de bom e de mau que oferece. Outros, quem sabe, seguirão agarradas à esperança que ainda as prende à realidade. A esperança será, talvez, a boia a que se agarram. Afinal, mesmo em dia de sol, há o medo no futuro, na perda de rumo, do mergulho no desespero. Ela é a salvação para que não se afundem na resignação de quem caminha carregando tantas incertezas.

Termino o meu café. Saio para a rua. Dou tempo à pressa, que já não há tempo para conjeturas. Ficam à mesa do café até ao próximo momento do café. Sigo o meu caminho. Como gosto do sol e do céu azul de março! Sinto o prenúncio da primavera.

publicado por momento do café às 09:39

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