Só se exige que os pais se limitem ao “papel de pais” responsáveis e comprometidos com a educação dos filhos. O papel dos pais é fundamental nos bons e nos maus momentos da vida escolar dos filhos, na motivação, no estímulo, na ajuda, na compreensão e no apoio que o aluno precisa quando a avaliação de desempenho não se revela compatível com o esforço e o trabalho demonstrados (a prática do reforço positivo torna-se indispensável). Os professores e os pais exercem responsabilidades bem distintas, compartilhadas, que não se sobrepõem e que, reciprocamente, não podem ser usurpadas ou invadidas. Uma gestão harmoniosa dessas responsabilidades torna visível a confiança entre pais e professores, previne situações de negligência e indisciplina com proporções que venham a exigir uma intervenção concertada de ambos, traduz a motivação, o empenho do aluno na aprendizagem, a melhoria dos resultados na avaliação do desempenho, o sentimento de apoio e, ainda, o apreço e o respeito dos pais pelo trabalho que professor realiza e o compromisso daqueles na busca de mais conhecimento sobre o processo educativo dos filhos.





