Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


26
Abr 15

Um clássico entre eternos rivais pela conquista do título da 1ª Liga. Um está em melhores condições para firmar-se no lugar cimeiro, (que é seu), com mais segurança, enquanto o outro anda na luta pelos pontos perdidos e pela diferença de golos que o distanciam do adversário. Um jogo de nervos e de adeptos a roerem as unhas. De ambos os lados, claro. Não haverá tempo para receios no encontro de duas equipas que entrarão em campo sob pressão e os nervos a correrem sobre o relvado na procura da baliza adversária. Alcançará o melhor resultado, (o desejado, o sonhado), o que tiver mais frieza e mais sorte, que isto de sorte, perdoem a repetição, conta muito. Também conta o apoio dos muitos adeptos que não faltarão no Estádio da Luz para dar ânimo ao SLB e, no bom sentido, intimidarem o FCP nas investidas para contrariarem o sonho e o desejo dos benfiquistas que tão próximos estão do título. É um clássico e, aqui, não deixo palpites. Vejam só a minha situação, sou mãe benfiquista com filhos e netos portistas. Claro que levo tudo “na desportiva” e com respeito, porque nunca impus escolhas clubísticas. Aqui, a liberdade e o sentido cívico da família conta, e muito. Não digo que não haja uma troca de picardias, mais em tom de gozo que de fundamentalismos clubísticos arreigados. O título está em jogo e pode decidir-se já hoje...
Que ganhe o melhor em campo!

publicado por momento do café às 12:13
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25
Abr 15

Quero um novo 25 de Abril para sentir a alegria daquele que aconteceu há 41 anos, quando o sonho se realizava e a esperança renascia. Quero um novo 25 de  Abril para acolher, de novo, a democracia desejada, porque a que nos oferecem está estafada de tanta desilusão e de promessas enganosas. Quero viver um novo 25 de Abril para reviver a Liberdade, aquela que nos fez cidadãos responsáveis nas escolhas que fazemos pelo voto livre. Quero um novo 25 de Abril para sentir o aroma dos cravos vermelhos e a cor da paixão de Portugal livre que nos uniu, há 41 anos, contra o  velho e autoritário Estado Novo. Quero um novo 25 de Abril sem quintinhas democráticas semeadas e alimentadas por políticos que, nas urnas, colhem a vitória do voto livre e tão mal respeitam a vontade do povo. Quero um novo 25 de Abril que me faça acreditar  nos políticos, nas políticas de quem nos governa e de quem escolhemos para representantes do povo.  Quero, sim, um 25 de Abril  que nos faça sorrir de novo e sentir que há um folgo para renovar a esperança que nos foge. Quero um novo 25 de Abril que nos "force" a acreditar de que há um futuro para além desta tristeza, tão lusitana e tão nossa.

 

PS. Em destaque na Homepage do Sapo, Blog dos Blogs do Sapo.

em destaque no sapo blog.jpg

 

 

 

 

publicado por momento do café às 10:16
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14
Abr 15

Mais um dia Mundial do café que não posso deixar passar em branco. Um breve instante de pausa para, em ti, buscar o aroma, entregar-me ao teu sabor e aproveitar aquele momento do café, sempre tão reconfortante, que me devolve o ânimo e a força quando o cansaço se quer impor. 

publicado por momento do café às 08:49

13
Abr 15

Pois é! Ainda as presidenciais estão longe e já não faltam, por cá, candidatos aos cómodos de Belém. Há um “louco” lançamento de candidatos à Presidência da República e, a cada dia que passa, a lista aumenta. Aos cómodos de Belém só um poderá chegar e a tarefa será de escolha difícil entre tantos que já se perfilam, quer à esquerda, quer à direita, ou que nem estão para aí virados, porque, assumidos, anunciados e mais os que se fazem desentendidos, há candidatos a candidato para todos os gostos, feitios, conveniências e cores partidárias.
E a atualização da lista de candidatos continua…

publicado por momento do café às 14:17

09
Abr 15

P1050630mc.jpg

publicado por momento do café às 21:39
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03
Abr 15

2-P1020686cerejafundomcpek.jpg"Abril brilha na lembrança dos malmequeres brancos e singelos que cresciam no jardim da Casa do Torreão e que se estendiam pelas jarras da sala e do oratório que havia no quarto da tia Emíla. Abril deixa descobrir a cor branca dos jarros que emergiam por entre as suas largas folhas verdes  que  enchiam os canteiros do quintal que circundavam os três grandes tanques de pedra onde a água espelhava as ramadas com os seus primeiros rebentos. Abril traz o aroma da velha laranjeira lá ao fundo do quintal, onde a cor viva dos frutos sobressaía por entre o verde brilhante das suas folhas. Abril abre-se para uma pausa na memória da Páscoa, quando os simbolismos se aceitavam serenamente e nada se questionava: a bênção dos óleos sagrados, o lava-pés, os laudes de sexta-feira santa, a vigília pascal e a festa da Ressurreição. Abril recorda o estalar dos foguetes e o toque da campainha anunciando a chegada da visita pascal e aviva a doçura e o colorido do  domingo de Páscoa, cheio de sol e de amêndoas."

 * in http://momentodocafe.blogs.sapo.pt (Excerto editado)

publicado por momento do café às 16:26
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02
Abr 15

O 2014-04-06 14.36.29_Lavra.jpgprimeiro dia de mais um abril veio radioso e o cumpriu os desígnios da primavera. Abril começou ensolarado e querendo mostrar que deseja desfrutar da leveza primaveril que procura oferecer mais um ciclo de renovação. Parece que veio com vontade de chutar as sobras do inverno que ainda possam pairar por aí, porque só os dias luminosos podem transmitir o calor que faz acordar a natureza quando o brilho dos primeiros raios de sol afasta a tristeza e a cor cinza do tempo frio e chuvoso, que se quer esquecido. Só os dias quentes fazem crescer as flores de mil tons que matizam os ramos e a folhagem verde que se estende por todos os recantos em que a natureza já evidencia marcas do vigor da primavera que se vai acomodando. Só os dias de sol deixam sentir a miscelânea de aromas que atravessa o céu e perfuma o ar, enquanto uma miríade de insetos, num vaivém constante, lança um zunido forte e contínuo que rasga o espaço azul, onde os pássaros, que voam livremente, soltam os trinados de acasalamento e preparam os ninhos, com azáfama, para a multiplicação. E, se o primeiro dia se apresentou tão vivo e ameno, deseja-se que assim sejam todos os outros que faltam para completar abril e que não se cumpra o velho ditado de ser o mês de águas mil.

 

publicado por momento do café às 23:24
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Porto e o Douro

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Boa Nova: Farol e mar

Do terraço vejo o mar...

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