Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


11
Abr 11

Ziguezagueiam por aqui e por ali, em busca do poiso seguro. Rápidos e ágeis, enraízam onde podem colher privilégios e beneficiar da troca de favores. Movem-se subservientes, parasitam em torno do "poder" que veneram e defendem a pés juntos, jurando pela honra que não têm. Predadores de princípios e valores, usam todo o jogo de cintura e persuasão e ei-los a bajular "o senhor". Despudoradamente, justificam e branqueiam as promessas não cumpridas, as mentiras, as más decisões e os erros do "senhor" porque, compulsivamente, precisam de gravitar à sua volta com uma fidelidade inquestionável.

publicado por momento do café às 11:20
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07
Abr 11

Abrem-se os olhos para o dia e logo nos apetece fechá-los. Espera-nos a rotina com prazo de validade de 365 dias que se renova ciclicamente e por igual período. Enfadonha. Não dá tempo nem espaço para questionar o porquê e para quê do seu cumprimento. Entra-se na engrenagem que a rotina individual impõe. Cansativa. Simplesmente há a consciência de que a rotina de alguém assessora e/ou acessoriza a rotina de outrem. É o estabelecimento de rotinas, em rede. É impensável que uma quebra possa acontecer. Tem o poder de nos encostar ao desânimo...

publicado por momento do café às 10:44
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05
Abr 11

O futebol (não a prática deste desporto) está na origem de muitos atos de vandalismo e de violência gratuita que se cometem a coberto de ser-se adepto de um qualquer clube. Factos e ocorrências no futebol são exaustivamente alimentados, sustenta-se a maledicência e a insinuação que vão suportar toda a carga incendiária e irresponsável que atravessa indiscriminadamente o futebol, acicatando ódios que se estendem para além do campo onde os jogos se disputam. Traz-se para o espetáculo tudo que uma paixão mal conduzida pode fomentar: o desrespeito pela diversidade de escolha e a intolerância à coexistência do êxito de um clube com o fracasso de um outro. O calor da paixão clubística extrapola o comportamento social que é exigido pelo bom senso e pelas regras de sociedade. Esquecem-se e desrespeitam-se os praticantes, os jogadores, que oferecem todo o talento e esforço ao espetáculo. Os valores cívicos não se esquecem porque simplesmente deixam de existir. Veste-se a capa do ódio e da violência cega. A irracionalidade generaliza-se e apodera-se das circunstâncias. Tal comportamento, a par do vandalismo e da violência que o definem, deixam o medo à solta. Usufruir do prazer de assistir a um jogo de futebol acarreta riscos. A interiorização de que possam ocorrer comportamentos desta índole nos campos de futebol ou no seu perímetro envolvente gera  momentos de insegurança e, no ar, paira o receio de que, alguma vez, uma qualquer situação criada se torne incontrolável e tome laivos de uma insubordinação social que possa atingir proporções de difícil controlo e de irreparáveis consequências.

Texto revisado e reeditado

publicado por momento do café às 15:43
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Nasceu no mesmo ano que o meu filho Miguel, em 1986. Vai completar 25 anos e dá pelo nome de Rolinho.  Gosta muito que lhe façam festinhas na cabeça de penas alvas e aprecia que lhe deem atenção, que conversem com ele.

 

 

publicado por momento do café às 10:18
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03
Abr 11

publicado por momento do café às 18:06
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01
Abr 11

 Emoções e sentimentos, ações e factos compõem a vida e exigem uma repetida e diferenciada atitude de escolha que permite concluir que ela acontece como um desafio contínuo à nossa determinação e à resistência que nos sustém. Enfrentar com avidez esse desafio contínuo é o "desafio" da nossa vida. Dele podemos sair vencedores incólumes, perdedores não resignados ou simplesmente sobreviventes. A única certeza que temos é que o desafio contínuo que define a vida é uma lição constante, nem sempre consonante com o nosso sonho (projeto de vida) e, definitivamente, é a prova do nosso crer e o nosso querer.

 

publicado por momento do café às 09:37
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Boa Nova: Farol e mar

Do terraço vejo o mar...

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