Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


25
Jul 09

No grupo dos grilídeos, para a escolha dos candidatos ao canto no parlamento dos insectos daquele jardim quadrilongo, plantado a oeste da Ibéria e banhado pelo mar azul, todos os grilos cantantes se põem a jeito e procuram cantar em uníssono. Vozes desafinadas e desafiantes da linha imposta pelos grilos dirigentes não são bem-vindas. Deseja-se quem alinhe pela disciplina do grupo grilídeo e saiba cantar em uma nota só. Quem não aceita as regras e não quer cantar em uníssono, não pode estridular de forma dissonante porque é, definitivamnte, afastado das opções e corre o risco de passar de inconveniente a proscrito do grupo grilídeo. Quem quiser cantar naquele jardim onde as rosas são predominantes, não pode argumentar  com o  «Desafinado»* e a última oportunidade é entrar no «Samba de uma nota só».**

 

**Tom Jobim

 

 

publicado por momento do café às 17:08

O Júnior ou Juninho, como também lhe chamamos, é o único sobrevivente da família de caniches que teve início em 1993. O Bobby que nasceu em 1992, era o pai, jogava futebol com os meus filhos, era muito calmo, fazia muita companhia. Desapareceu, já lá vão uns doze anos, quando se festejava, com foguetes, o dia da Imaculada Conceição. Assustado, encontrou o portão de casa aberto e fugiu. O Júnior, na altura tinha dois anos, acompanhou-o, mas conseguiu fugir do lugar onde alguém o prendeu e apareceu com uma corda amarrada ao pescoço que conseguiu roer porque nunca viveu preso. O Bobby é que nunca mais apareceu. A Mimi era a mãe e morreu de doença, no ano passado. Tinha 14 anos (nasceu em 1994). Ela era a verdadeira matriarca, tivera domínio sobre o Bobby e, mais tarde, sobre o filho. O Bobby e a Mimi foram-me dados por pessoas amigas. Sempre que havia ninhadas, também eu oferecia os filhotes a pessoas conhecidas que eu sabia, de antemão, que os tratariam bem. De todas as ninhadas de filhotes, o Júnior foi o único que nasceu completamente branco como o pai e na primeira ninhada. Ontem, o Júnior fez a desparasitação porque na próxima semana é a altura de ser vacinado e inclui a vacina que é exigida para ficar uns dias no hotel para cães, se for necessário e sempre que não fica alguém em casa para tratar dele, durante a férias. Já completou 14 anos, em 17 de Abril passado. É um lindo cão, já a ficar velhinho mas continua muito meigo e paciente.

publicado por momento do café às 00:43
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