Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


30
Jun 09

Onde pára a transparência num portal que se objectivava como tal para os cidadãos? A qualidade de ser transparente deveria ser única e pura num portal que se quer como a imagem da transparência de decisões e gastos em todas as áreas da governação. A transparência diz respeito à imagem daquilo que se faz, se diz, se decide e se gasta e que deve ser visualizada de forma clara e completa. Claro que o grau de transparência pode variar de acordo com situações toldadas que se lhe impuserem e assim enturvado, o portal, na sua génese e implementação “transparece” opaco. E a opacidade provoca a desconfiança do cidadão responsável. À transparência opõe-se, em termos da física, a opacidade. Logo, se são contraditórios, não podem coexistir num portal que se quer transparente aos olhos dos cidadãos. Como pode a transparência assentar em determinações turvas que provocaram a opacidade que se revelou, quando toda a visibilidade deveria ser bem límpida? Aquilo que é transparente deve ser visível. Afinal, o portal da transparência nasceu ludro. É um problema tão sério que deixou toda a gente atónita perante tanta falta de transparência. É uma contradição flagrante.

publicado por momento do café às 00:07

Com os festejos ao São Pedro, termina o ciclo de festas aos santos populares. A época chega ao fim e com ela o lançamento dos balões tão queridos às gentes do norte do País. Os balões emprestam encanto, cor e beleza às festas populares de cariz cristão e oferecem a oportunidade de se reviverem as tradições que são tão ao jeito folgazão do povo português. Umas vezes, lançam-se uns balões, sempre belos e coloridos que, no exacto momento do lançamento, recusam a existência fugaz que os acompanhará... enquanto outros gostam de patentear a sua luz aos olhos da multidão que os observa na única viagem arrojada e triunfal que fazem e, escolhendo o brilho de uma existência tão efémera, galgam o céu estrelado, sem amarras, sem planos definidos, ao acaso, até se tornarem simples pontinhos longínquos que vão desaparecendo. Eu pertenço à multidão que se delicia com estes balões que iluminam as noites de festa e os olha com encantamento quando os vê deslizar pelo céu até se extinguirem e para quem é costume ouvir alguém dizer: “Ó patego, olh'ó balão!”

publicado por momento do café às 00:02

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