O vento sopra forte e atiça o fogo traiçoeiro que avança veloz. Sempre dominador. Sente-se o cheiro intenso do fumo que acinza o azul celeste, onde o sol escaldante irradia sem complacência pelo que se passa, a seus pés, nos montes e vales. O negro torna-se a cor predominante da paisagem. Aos olhos, ressaltam os troncos das árvores que, de pé, morreram subjugadas pela força avassaladora das chamas. Aqui e ali, o verde refrescante de verão tomou a cor da destruição.





