Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


22
Jun 16

Hoje, busca-se o último reduto que concretize o sonho mais próximo. Tudo pode acontecer e aspirações estão em alto. Está em jogo o desafio da permanência no Euro 2016 e acredito que a Seleção arriscará tudo. Dos onze que darão luta no campo, das técnicas e da estratégia a adotar frente à Hungria, não me pronuncio. Que entendo de futebol? Hoje, só quero ver na seleção a determinação que anule a ansiedade, a ousadia e o rasgo que contraponham a pressão da exigência do desafio, a força anímica que a faça correr pelo relvado com passos e cruzamentos certos, a garra que negue os intentos do adversário, os remates certeiros que estoirem na baliza magiar.

Eu confio na Seleção.

publicado por momento do café às 11:04

19
Jun 16

Sejamos lúcidos. Foram uns quantos remates, um penalti ao poste, um golo anulado e o desencanto a tomar conta de nós. A finalização foi sempre travada nos postes. Sobrou só mais um ponto para as nossas aspirações. Um ponto do nosso descontentamento. Perdemos, de novo, mais dois pontos. E quatro já se foram. O nosso karma, adiar a qualificação, cumpriu-se, mais uma vez. Subsiste um sabor amargo na nossa alma lusa e não queremos, de todo, voltar a prova-lo. A esperança prende-nos à derradeira oportunidade. Sejamos sonhadores, pois.  É preciso sonhar para atenuar este desapontamento que nos toca. Queremos passar a fase de grupos. O próximo jogo da Seleção será "ou vai ou racha". Garra, cabeça fria, pés certeiros exigem-se! O jogo será de "mata mata". Dancem o bailinho, o corridinho, o vira, virem-se, revirem-se no relvado, que o jogo contra a Hungria é para vencer.

publicado por momento do café às 18:13

14
Out 15

Costa é um "desmancha" vitórias dos outros. Costa não gosta de vitórias pouco expressivas e, tal como já se viu nas eleições que A. Seguro disputou e ganhou, procura o protagonismo, estraga a festa! Costa sofreu uma derrota nas Legislativas e, contudo, ei-lo a acenar à esquerda com a bandeira do entendimento para a formação de um provável governo. A jogada à esquerda, sem que perca o contacto com a coligação de direita, coloca Costa na posição de charneira. Neste impasse de vaivém, enquanto tem conversas que diz inconclusivas com a direita, colhe convergência e cedências da esquerda. Resta saber para que lado Costa vai bater com a porta e a quem a vai abrir para a governação do país. Após as eleições, Costa é quem mais ordena... E o que fará o Presidente da República?

E, neste dia de outono ensolarado e mar tranquilo, enquanto o barco à vela navega, Portugal, mergulhado nas vagas de indefinição, ao sabor dos ventos imprevisíveis que sopram dos quadrantes políticos à esquerda e à direita e legitimados pelo voto livre dos seus cidadãos, fica à espera do rumo que Costa, feito timoneiro, parece querer traçar para a sua governabilidade.

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publicado por momento do café às 17:00

13
Jan 15

A 3.ª Bola de Ouro é a confirmação de que és o Melhor do Mundo. Mais uma vez, Cristiano Ronaldo, inscreveste na História do Futebol Mundial e a letras de ouro, o teu nome. Ontem, tiveste a consagração final de grandes exibições e de êxitos que atingiste dentro das 4 linhas da paixão da tua vida, o Futebol. Que o trabalho que tanto prezas, a determinação, o querer e  a paixão que te acompanham sejam o garante da conquista da 4ª Bola de Ouro que afirmaste ser o objetivo que colocas no horizonte de grande futebolista que és à escala mundial, fruto do teu profissionalismo e dedicação. Parabéns, Ronaldo, ainda, sentindo o eco do teu grito de "Comandante".

publicado por momento do café às 11:57

21
Nov 14

Um sol fugidio é a luz dourada deste outono, que ora se esvai, ora se esconde por trás do tom plúmbeo que tinge o céu, ou, então, não resiste à chuva impiedosa que molha o corpo e mergulha a alma na incredibilidade e na desconfiança que empurra o país para um lodaçal infecto que encharca princípios éticos e morais e afoga valores como a credibilidade e a confiança. Já nada terá conserto se a procura dos vistos gold, que muitos buscam, não for repensado e devidamente acautelado para que, nunca mais, ninguém enverede pelos escolhos tortuosos que mancham a reputação do país e que, assim, não douram a esperança, nem a retoma económica dos portugueses. Há, antes uma rede nublosa que nos confronta com uma trapaça labiríntica que nos surpreende e nos indigna. Não ficamos tão boquiabertos com os "chicos espertos", simplórios que, na ânsia do enriquecimento rápido, logo amanham um esquema de proventos fraudulentos. Não passam de uns anjinhos que não dispõem de estruturas e estratagemas sofisticados. São a arraia-miúda que lá se vai safando até ser apanhada nas malhas da justiça. O que nos pasma são os outros, sim, os senhores que, supostamente escolhidos pelo mérito, tecem uma trama elaborada, secreta, plena de ligações estratégicas, que fazem um trabalho tentacular e em grande, que nos põem de queixo caído e, mais que indignados, nos deixam revoltados com tanta desfaçatez. É gente que semeia a descredibilização das instituições, que alimenta e espalha a desconfiança naqueles que desempenham altos cargos públicos. E que pensar? Resta-nos esperar que se faça justiça se ficarem provados os atos ilícitos que, alegadamente, foram cometidos por essa gente, mesmo nas barbas do Estado.

publicado por momento do café às 11:47

20
Jun 14

Foi constrangedor ouvir um homem do Governo de Portugal falar da aclaração que foi pedida ao Tribunal Constitucional (TC) e que este rejeitou. Enfim, é o que temos e para o que estamos guardados quando há, à solta, quem nos tome como ignorantes e, como o pedido de aclaração não aclarou, ele veio aclarar. Da recusa de aclaração por parte do TC, registou e lançou a diferença de tratamento entre os Funcionários Públicos. Aclarou, aclarou, andou em círculos aclarativos, e suava por todos os poros. Uma manobra comunicacional para ver se os portugueses "emprenhavam" pelos ouvidos e se "atiravam" ao TC. Não sei em que manual de formação sociopolítica intensiva, esta pleiade que nos governa leu, interpretou e tirou a conclusão de que nós, o povo português, somos todos uns parvinhos, uns idiotas, que não percebemos nada "disto" e que não conseguimos interpretar o que dizem os Juízes do TC. O governo substima-nos. Nos conflitos com o TC, quer instrumentalizar-nos e, de tão solidários que são, pretendem fazer crer que também somos vítimas das decisões de inconstitucionalidade que resultam da análise das normas que propõe e, às quais, a sua maioria parlamentar diz "yes". Vá lá, já concluiram que têm de cumprir o que o TC decidiu em matéria da reposição dos cortes e dos subsídios devidos. Conclusão, o pedido de aclaração não passou de uma manobra dilatória. O Governo sempre soube que tinha de pagar. Mas será que queria pagar? Penso, quantas vezes, nestas birrinhas que o Governo faz como as criança ou os adolescentes que tudo questionam para debilitar a auteridade dos pais, que procuram cansá-los pela insistência, que ensaiam umas "estórias" em que só eles acreditam e que "amandam" uns avisos de resistência, à laia de retaliação às decisões que não querem cumprir, quando os adultos responsáveis não cedem e exigem respeito. As crianças ou os adolescentes recebem uns quantos nãos, no momento oportuno e, como são espertos, aprendem, fazem-se finos. Mas com o Governo a aprendizagem tem sido um difícil inconseguimento. E nós cá esperamos as próximas "estórias" com a chancela da austeridade que o governo guarda na manga e que serão alternativas às medidas rejeitadas. Viveremos, ou antes, sobreviveremos a mais um capítulo da nossa expiação, porque, já não cremos em nada e, afinal, nem somos tão anjinhos.

publicado por momento do café às 15:18
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21
Mai 14

A campanha eleitoral para as Europeias, mesmo temperada com picardias dispensáveis, principalmente entre a Aliança Portugal e o Partido Socialista, tipo "atira o vírus  para a panela que vai respingar e atacar o outro", está a ser uma coisinha sem sal. Sim, está ser um caldinho tão pobre, tão pouco criativo, desenxabido, despojado de ideias substanciais e de propostas concretas sobre o que, afinal, se pretende  fazer desta Europa dos 27*, desgastada e sem soluções num momento crucial para o seu crescimento e afirmação, quando, no seu seio, a economia desacelera, o desemprego cresce, e se sente que o sonho de uma união coesa vai sendo contaminado por assimetrias cada vez mais profundas que, face às dívidas soberanas por que passam os países do sul,  servem os países mais ricos para esconderem as  suas próprias fragilidades. Pregam uma austeridade que não leva à salvação, mas ao desespero dos países mais pobres. Hoje, só há União Europiea para uns quantos, os que a dominam. Está  em causa todo o prestígio que a cepa de políticos, que a ergueu e a construiu,  conquistou para este "clube" de referência mundial e que foi tomado por outra casta de políticos pouco generosos, que esqueceu os ideais da sua construção. E, em Portugal, os partidos do arco da governação, uns mais responsáveis e outros mais mais engajados em toda a operação de resgaste por que passámos, deveriam fazer uma campanha mais consentânea com a realidade europeia que nos espera. Saturados, nada sabemos e o que esperar desta Europa, caduca, sem vitalidade, a que pertencemos. E os candidatos ao Parlamento europeu nada nos dizem, nada esclarecem. Merecíamos mais respeito. Não merecíamos uma campanha tão insossa. Depois, sim, não se admirem com a nossa descrença nos políticos.

*Corrijo para "(...) desta Europa dos 28 (...)".

Em destaque no Blog dos Blogs do SAPO:

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publicado por momento do café às 13:04

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