Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


13
Jan 15

Quando o mundo se uniu para mostrar, sem medos, toda indignação e o repúdio pelo terror por que passou o coração de França e que tantas vidas ceifou, quando uma multidão de diferentes credos, raças, culturas, línguas, nacionalidades se juntou em solidariedade pela perda de vidas e gritou “je suis Charlie” porque a liberdade de expressão foi ferida de morte num país democrático, que conclusões se podem tirar da forma ligeira e indiferente como a comunidade política internacional, que também marcou presença e marchou em Paris no passado domingo, olha os massacres cometidos na Nigéria, em nome de um fanatismo religioso e doentio que não respeita ninguém, nem as crianças que armadilha para as fazerem explodir, tragicamente, em mercados pejados de gente anónima e inocente que perde a vida em resultado de atos desumanos. Tragédias duras, insegurança latente e a ineficácia na atuação contra um grupo terrorista que já sequestrou jovens mulheres, que torturou e que, sem dó nem piedade, não respeita a vida humana e ataca, barbaramente, o povo desprotegido. Até quando? Se na Europa "Je suis Charlie", face à brutalidade cometida num país de África, continente onde nasci, "Je suis Nigéria"!

publicado por momento do café às 15:22

A 3.ª Bola de Ouro é a confirmação de que és o Melhor do Mundo. Mais uma vez, Cristiano Ronaldo, inscreveste na História do Futebol Mundial e a letras de ouro, o teu nome. Ontem, tiveste a consagração final de grandes exibições e de êxitos que atingiste dentro das 4 linhas da paixão da tua vida, o Futebol. Que o trabalho que tanto prezas, a determinação, o querer e  a paixão que te acompanham sejam o garante da conquista da 4ª Bola de Ouro que afirmaste ser o objetivo que colocas no horizonte de grande futebolista que és à escala mundial, fruto do teu profissionalismo e dedicação. Parabéns, Ronaldo, ainda, sentindo o eco do teu grito de "Comandante".

publicado por momento do café às 11:57

12
Jan 15

Se 7 de janeiro ficou marcado pelo trágico golpe que intentaram contra liberdade de expressão, o dia de ontem ficou desenhado pela força da diversidade globalizada que se uniu para se manifestar contra a violência e reagir ao medo coletivo que não pode instalar-se sob pena de se tornar um aliado daqueles que espalham o terrorismo como uma forma de luta que faça valer o fanatismo a que se entregam. Por um dia, todas as diferenças, a social, a político-ideológica, a religiosa, a cultural, a linguística, a racial, diluídas na solidariedade e na tolerância da incontável multidão que enfileirou a Marcha em Paris, deixaram sobressair os valores que as aproximaram e, em uníssono e em liberdade, comungaram da mesma dor e expressaram o repúdio e a condenação pelos atos sangrentos que foram cometidos em pleno coração de França. 

publicado por momento do café às 17:18

10
Jan 15

Paris viveu três dias de terror. O que se passou na capital francesa foi uma espécie de tsunami que chegou à Europa, que se estendeu aos países que condenam o terrorismo, e inscreveu um marco temporal que estabelece toda a diferença entre o antes e o depois de 7 de janeiro de 2015, não só pela surpresa, a rapidez e  a dimensão do atentado ao Charlie Hebdo, mas também pela resposta conseguida pelo Governo francês e as forças de segurança e, ainda, pela atitude solidária de uma multidão que se juntou numa praça da cidade para repudiar um ato criminoso e, sem medo, encarar um adversário sem rosto, que se escondia, que poderia surpreender com total desrespeito pela vida humana. Por agora, acalmada Paris, sobra tudo o que poderá acontecer para que a História de ”o depois” se faça. Só o futuro lhe dará continuação, sendo certo que nada será como dantes.

publicado por momento do café às 11:50

08
Jan 15

Quando se executa, a sangue frio, a liberdade de expressão, como podemos classificar os seus executores? É gente que não merece a perda de tempo com adjetivação porque a cobardia e o obscurantismo da sua mentalidade não cabem no mundo livre em que vivemos. É gente que atua como se estivesse parada na Idade Média da Civilização e, com fanatismo incalculável, é cega à tolerância das sociedades ocidentais, nas quais desfruta da liberdade, da democracia e do respeito pela crença que professa. E, mesmo dispondo da força das armas e do ódio sangrento, é gente que não conseguirá calar o direito à criatividade e à liberdade de expressão daqueles que, de lápis na mão, põem a nu, e sem medos, todas as ações bárbaras e desumanas que pratica. É gente que, definitivamente, não respeita o Profeta e o Islão.

publicado por momento do café às 11:56

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