Breve momento de pausa para quebrar a rotina...

Autoria de textos e imagens do blog é de momento do café


29
Mai 13

Há palavras discursivas, enroladas. Rolam ocas. Não dizem nada. São palavras moribundas. Passam. E há palavras escassas, claras, assertivas. São palavras ricas. Permanecem. Recordam-se. Há palavras agressivas, pesadas, que ferem, magoam o corpo e alma. Imperdoáveis e inesquecíveis. Remoem as lembranças. E há palavras leves, doces, iluminam a alma, dão ânimo. Palavras de esperança. Alimentam o corpo e a mente. Imperdíveis. Inesquecíveis, tornam-se motivadoras. Há palavras e palavras, negação e afirmação, desacordo e aquiescência, amor e ódio, raiva e serenidade, resignação e indignação, que correm de boca em boca, instalam-se, impõem-se. Umas servem a literatura, a criatividade. Outras servem o quotidiano, o coloquial. Umas formais, outras informais. Ambas servem a maledicência, o boato. Ou estão ao serviço da cultura, da liberdade, da democracia, do povo. Muitas servem a honra, a verdade, os valores, os princípios. Muitas outras se perdem pelos caminhos da política. E como os políticos se apoderam de todas elas! Palavras de ambição e poder. Palavras de compromisso com o povo. Enchem a boca com elas. Contagiam-nas de demagogia. Palavras manipuláveis. Palavras vazias de sinceridade. Palavras com sabor de traição à palavra dada. Palavras que tresandam a falsidade. Há palavras e palavras. E há palavras de revolta. Só uma serve o povo no grito de indignação: Basta!

publicado por momento do café às 09:39
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27
Mai 13

Bem, hoje apetece-me deixar aqui expressa outra deceção. Não há duas sem três! E esta foi a conta que o Jesus fez. E mal. E ontem, os vimaranenses rumaram ao Jamor. Fartos farnéis, sonho e esperança acompanhavam os adeptos. E a equipa do Vitória Sport Clube não os desiludiu. Irmanou-se na mesma esperança e no mesmo sonho dos seus adeptos e os jogadores foram dignos conquistadores do troféu. Regressaram, pois, carregando a Taça de Portugal para o berço da Nação. Ao Benfica só restou mais uma desilusão, ou antes, mais um desaire para oferecer aos adeptos e, para tornar o quadro mais triste, a atitude do Cardozo. Que se passa, afinal? Não tiveram tudo na mão? Deixaram que tudo fugisse. E, para além de um futebolístico saldo negro para o Benfica já na reta final de 2012/2013, sobram o gozo e a chacota que por aí correm.

publicado por momento do café às 10:50

20
Mai 13

A vitória do Porto na Mata Real não foi que ditou a perda do título que o Benfica ambicionava. Quase morreu afogado no Estoril. Aí, ainda esbracejou, manteve-se à tona. Aguentou. Mas o esforço que ali dispensou para não morrer deixou-lhe marcas e não conseguiu esfriar a chama do Dragão. Faltou-lhe garra. Começava a agonia. Em Amesterdão, lutou, lutou. Mais uma vez, agonizava e acabou por morrer na praia. Uma triste "morte" que durou uma semana. Mas a esperança permanecia. Confesso, contudo,  que duas desilusões na mesma semana são demais para um coração benfiquista. Mas, por um ponto se ganha, por um ponto se perde. Fica para o ano. Haja mais garra e realimente-se o sonho.           

publicado por momento do café às 12:29
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18
Mai 13

 Amanhã, Porto e Benfica vão à luta com diferentes adversários. Dragão e Águia, ambos de asas e garras, estão preparados para a luta final que cada um deles vai ter de enfrentar até ao último minuto e pelo título de Campeão de l Liga. Bem, vamos ver se a equipa do Benfica já está curada da Síndrome Após o 90º minuto e a Águia encontra forças para “rapinar” a Taça de Campeão Nacional. Entretanto, o Dragão bem pode usar última e inesperada chama e “incendiar” a Mata Real e dos salvados trazer a tão cobiçada Taça que, afinal, está a escassos “Pa(ç)ssos” de agarrar. Vamos ver quem vai poder desfraldar a faixa de “Campeão” (que nisto não há preparação de improviso, nada fica ao acaso, quando o sonho é grande para cada uma das equipas), e quem vai de ter de a manter bem guardada. Que seja, pois, mais uma tarde de Bom Futebol, quer na Luz, quer na Mata Real, e que o mais digno vencedor seja o respeito mútuo pela aceitação do “campeão” que vier a resultar

publicado por momento do café às 14:56

17
Mai 13

Paralelamente às famílias tradicionalmente constituídas, hoje encontramos as famílias monoparentais, as famílias construídas na base da união de facto e as famílias reconstruídas de novo casamento ou de nova união de facto. Se vier a ser legalmente permitida a adoção e a coadoção de crianças por casais homossexuais, então teremos um novo e diferente modelo de família e os papéis sociais de pai e de mãe serão simultaneamente atribuídos a duas pessoas do mesmo genéro. No caso do direito à adoção de crianças por casais do mesmo sexo, a criança será um terceiro elemento que aparece num novo conceito de casamento e a sociedade vai gerar apreensão e resistência a este novo modelo familiar estruturado de forma diferente. Como reagirá a criança perante pais (dois homens ou duas mulheres) que formam um casal diferente? A criança aceitará ser adotada e ser filho/a (a criança tem o direito a ser adotada e a ter a família) de um casal homossexual? Se sim, penso que ela será amada como qualquer outra criança que cresce e é educada numa família formada por um homem e uma mulher ou monoparental como acontece frequentemente na sociedade atual e motivado por situações da vida. A criança sentirá necessidades, sonhos, frustrações, alegrias semelhantes e sentir-se-á amada. A criança tem o direito “a um colo”, às referências afetivas e familiares que são marcantes na fase do seu crescimento e que se projetam no seu percurso de vida. E que modelo familiar para a formação da sua identidade (em género) terá como exemplo a seguir? Afinal, ela terá a convivialidade com outras crianças, homens e mulheres que constituem famílias, umas com "base heterossexual, outras com base homossexual", e todos os diferentes modelos do sistema familiar se cruzarão, quer ao nível das interações familiares, quer ao nível das relações sociais, onde o respeito e  a liberdade são condições incontornáveis e exigíveis nas mudanças que se operam na socidade atual.

publicado por momento do café às 11:36

16
Mai 13

 E, ao 92º minuto, o sonho consumiu-se. Aquele sonho, que se vinha acalentando, chutou-se para canto, o adversário agarrou a oportunidade, apoderou-se dele e, num chuto certeiro, de repente, tornou-se seu dono. Estava encontrado o vencedor do sonho. 

 

publicado por momento do café às 22:01

14
Mai 13

Entretanto sonha-se. Até lá, alimenta-se o sonho. Depois do apito final, na Arena de Amesterdão, ou o sonho é consumido pela derrota e a desilusão instala-se, ou o sonho é consumado pela vitória e a euforia espalha-se, atinge o climax. Então, o capitão de uma das equipas vai erguer o troféu de vencedor da Liga Europa. Qual será a equipa que arrebatará a vitória, o Benfica ou o Chelsea? Que o Benfica faça a viagem de regresso a Portugal com mais peso, mais valioso, o da Taça, na bagagem. Boa sorte, SLB!

publicado por momento do café às 13:55

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